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Bolsonaro pede prisão domiciliar “humanitária” ao STF por motivos de saúde

Bolsonaro pede prisão domiciliar “humanitária” ao STF por motivos de saúde

Bolsonaro pede prisão domiciliar “humanitária” ao STF por motivos de saúde
Créditos das imagens: Commons.Wikimedia

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que seja concedida a ele uma prisão domiciliar em caráter humanitário. Segundo os advogados, Bolsonaro apresenta um quadro de saúde “grave e complexo” que o torna incompatível com o sistema prisional comum.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses pela “trama golpista”, e seus advogados têmia de que ele fosse levado para o presídio da Papuda, em Brasília. Atualmente, ele já se encontra em prisão domiciliar desde agosto de 2023, sob monitoramento eletrônico.

Doenças listadas pela defesa

De acordo com a petição, Bolsonaro sofre de múltiplas comorbidades, entre elas:

  • Sequelas do atentado de 2018 (hérnias, aderências intestinais, parte do intestino afetada)

  • Pneumonia aspirativa relacionada ao refluxo gastroesofágico 

  • Episódios de soluço frequentes, que já teriam causado falta de ar e desmaios Hipertensão, aterosclerose e obstruções nas artérias carótidas 

  • Apneia do sono grave, que exige o uso de CPAP (aparelho para distúrbios respiratórios do sono) 

  • Diagnóstico recente (setembro de 2025) de carcinoma de células escamosas “in situ” 

A defesa argumenta que esse conjunto de problemas exige tratamento contínuo, com acompanhamento médico multidisciplinar, o que representaria “risco concreto e imediato” à saúde de Bolsonaro se ele for transferido para prisão comum. 

Precedente citado: caso Collor

Como parte da argumentação, os advogados de Bolsonaro mencionam uma decisão anterior do STF que beneficiou o ex-presidente Fernando Collor. No caso dele, também foi concedida prisão domiciliar por razões humanitárias, devido à idade e a condições médicas graves. Segundo a defesa, esse precedente reforça a interpretação de que a lei de execuções penais deve permitir flexibilização quando há risco à vida ou saúde do condenado. 

Decisão do Ministro Alexandre de Moraes

No entanto, o pedido foi rejeitado. O ministro Alexandre de Moraes entendeu que os argumentos apresentados pela defesa não justificam a substituição do regime de prisão preventiva por prisão domiciliar humanitária. Com a decisão, o ex-presidente permanecerá sob custódia preventiva, e as visitas serão limitadas — apenas advogados e equipe médica terão acesso autorizado.

Fonte: R7 — Notícias

 

Onde está a transparência dos democratas em relação a Epstein?

Onde está a transparência dos democratas em relação a Epstein?

President Donald Trump |
Créditos das imagens: White House – Public Domain

Como disse o presidente Donald J. Trump: “Os republicanos da Câmara devem votar pela divulgação dos arquivos de Epstein, porque não temos nada a esconder e é hora de superarmos essa farsa democrata perpetrada por lunáticos da esquerda radical para desviar a atenção do grande sucesso do Partido Republicano.”

Por que os democratas não demonstraram a mesma transparência — e o que mais eles estão escondendo?

Mesmo diante de tantas dúvidas, continuam ignorando questões importantes, como:
Por que os democratas não estão falando sobre o fato de a deputada Stacey Plaskett (Ilhas Virgens Americanas) ter solicitado (e recebido) US$ 30.000 de Epstein para o Comitê de Campanha Democrata do Congresso (DCCC) depois que ele já havia sido condenado por crimes sexuais? Ou sobre o fato de a própria Plaskett ter aceitado doações máximas de Epstein para sua campanha? Ou sobre o fato de a esposa do ex-governador democrata das Ilhas Virgens Americanas ter dito a Epstein “teríamos uma amiga em Stacey” se ele fizesse essas doações? Ou sobre o fato de Plaskett estar literalmente trocando mensagens de texto com Epstein durante uma audiência no comitê?

Esses assuntos seguem sendo evitados, assim como outros pontos relevantes:
Por que os democratas não falam sobre o fato de o ex-presidente Bill Clinton ter viajado 26 vezes no avião de Epstein? Ou sobre o fato de uma das vítimas de Epstein ter escrito que viu Clinton na ilha de Epstein com duas jovens? Ou sobre o fato de a visita de Clinton à ilha ter sido corroborada por um de seus ex-assessores principais?

Da mesma forma, permanece sem resposta:
Por que os democratas não estão falando sobre o “longo relacionamento” e a amizade histórica que Larry Summers — ex-presidente de Harvard, secretário do Tesouro durante o governo Clinton e democrata proeminente — tinha com Epstein, que se descrevia como o “parceiro” de Summers?

E ainda:
Por que os democratas não estão falando sobre o fato de a autoproclamada “jornalista” democrata Katie Couric ter jantado na residência de Epstein depois que ele já era um criminoso sexual condenado e havia cumprido pena de prisão?

Ou então:
Por que os democratas não estão falando sobre o fato de Reid Hoffman — bilionário e megadoador do Partido Democrata — ter visitado a “ilha dos pedófilos” de Epstein, ter participado de um jantar com ele e até mesmo ter planejado se hospedar em sua mansão em Nova York?

E nem sequer comentam:
Por que os democratas não estão falando sobre o fato de o Comitê Nacional Democrata ter se recusado a devolver US$ 32.000 em doações de Epstein?

E também evitam abordar:
Por que os democratas não estão falando sobre o fato de Michael Wolff ter “incentivado Jeffrey Epstein a chantagear o então candidato presidencial Donald Trump, insistindo que o pedófilo condenado poderia gerar uma ‘dívida’ com ele”?

Diante de tantas perguntas que continuam sem resposta, cresce a cobrança para que o Partido Democrata esclareça seus vínculos com Epstein. Somente depois disso, dizem os críticos, será possível retomar o foco nas questões realmente importantes para os cidadãos americanos.

Fonte: White House – Where Is Democrats’ Transparency on Epstein? (2025).

 

MEGAMENU NATAL